BAILE DA MALOKA
Duração: 23m 38s
"O clima em SP ficou pequeno com a chegada de Henry Lina. O mano veio do Rio pra encostar na capital e passar uns dias com Murillo Mota, e o plano já tava na régua: conhecer o fluxo do Helipa e sentir a energia da favela. Enquanto Murillo dava aquele tapa no visual pra ficar no brilho, Henry já colou no apartamento, e a ideia ali logo deixou de ser só o baile pra virar algo bem mais quente.
Já trajado e com a postura lá no alto, Murillo lançou a braba e perguntou se o carioca curtia pegar umas minas no rolê. Henry, que não é bobo nem nada, mandou a real: o apetite dele é de vilão e ele gosta de tudo, inclusive de dominar outros caras. Aproveitando a deixa, Murillo mandou aquele papo de visão sobre os boatos que rolam no fluxo: dizem que tem um mano no Helipa que é o terror, que arrasta os moleques pra trás dos carros pra uma mamada no sigilo e que, às vezes, até entrega o ouro e dá o rabo pros mandrakes.
Henry ficou instigado no papo, sem imaginar que o dono da história tava bem ali na frente dele. Com aquele sorrisinho de quem sabe o que tá fazendo, Murillo revelou que o "cara do Helipa" era ele mesmo. Aí o interesse do carioca virou urgência imediata. Ele olhou para Murillo com aquela cara de quem ia devorar, sem querer esperar o baile começar pra garantir o dele ali mesmo, entre quatro paredes.
O que veio depois foi uma foda bruta, sem massagem, onde o respeito deu lugar ao tesão entre os dois putos. Henry tomou a cena e mostrou por que a fama dele atravessa o limite dos Estados: o mano ostenta uma peça de respeito, um pau ignorante e pesado que deixou Murillo sem ar só de olhar. Diante daquela pica gigante que não acabava mais, o domínio foi total, e Murillo sentiu o peso da autoridade do carioca em cada movimento.
Totalmente rendido, Murillo virou o brinquedo particular de Henry, provando que a lenda do Helipa tinha encontrado alguém à altura. Entre os gemidos altos e a pegada firme que só quem tem disposição aguenta, os dois transformaram o quarto num fluxo particular. No fim, ficou claro que quando a química entre dois mandrakes bate nesse nível, o prazer não tem freio e a noite paulista fica pequena."





